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Aprovado novo embaixador do Brasil no Zimbábue

O indicado ingressou na carreira diplomática em 1982

01/06/2022 às 16h55 Atualizada em 01/06/2022 às 17h03
Por: Agora ES Fonte: Agência Senado
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Vilmar Rogeiro Coutinho Junior durante sabatina na Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado, em maio - Edilson Rodrigues/Agência Senado
Vilmar Rogeiro Coutinho Junior durante sabatina na Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado, em maio - Edilson Rodrigues/Agência Senado

Foi aprovado nesta quarta-feira (1°), durante o esforço concentrado de votações do Senado, o nome do diplomata Vilmar Rogeiro Coutinho Junior para o cargo de embaixador do Brasil no Zimbábue. Sua indicação (MSF 10/2022), que teve como relator o senador Chico Rodrigues (União-RR), foi aprovada pelo Plenário do Senado por 45 votos a 1, com duas abstenções.

O indicado ingressou na carreira diplomática em 1982. Entre as funções desempenhadas por ele no Itamaraty estão as de chefe da Divisão de Coordenação Econômica e Assuntos Comerciais do Mercosul e chefe da Divisão da Ásia Central. No exterior, serviu nas embaixadas do Brasil no Reino Unido, na África do Sul e em Cuba, e desde 2017 é embaixador do Brasil em São Tomé e Príncipe.

Brasil e Zimbábue estabeleceram relações diplomáticas em 1980. A embaixada residente em Harare (capital do país africano) foi aberta em 1987. Em Brasília, o Zimbábue estabeleceu sua primeira representação residente na América do Sul, em 2004. Segundo o Itamaraty, em 2020 a corrente de comércio entre os dois países foi de US$ 4 milhões e, em 2021, foi de US$ 9 milhões, basicamente composta de exportações do Brasil para o Zimbábue.

Durante a sabatina na Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado, no dia 11 de maio, Coutinho disse que o Brasil precisa aproveitar as melhores condições políticas do Zimbábue para estreitar relações comerciais com o país, que, segundo ele, já teve uma das economias mais fortes da África. O diplomata também afirmou que a intenção é aumentar contatos com setores empresariais, institutos de pesquisa e órgãos governamentais para maior aproximação em termos de comércio, investimento e cooperação técnica. 

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